“Toda luz que não podemos ver” – Anthony Doerr

#TodaLuzQueNaoPodemosVer ganhou o Pulitzer de Ficção 2015, ou seja, impossível não ficar supercuriosa para ler.

Descreve muito bem a Segunda Guerra, as lutas dos personagens, seus medos, dramas, atitudes… O livro é dividido em treze partes com diversos capítulos curtos em cada um deles.

Confesso que demorei a engrenar. Achei o começo lento mas conforme a trama avança e entendi os acontecimentos me apaixonei. “Abram os olhos e vejam tudo o que conseguirem ver antes que fechem para sempre”.

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📚Sinopse:  Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Na ocupação nazista em Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo o que talvez seja o mais valioso tesouro do museu. Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial.Uma história arrebatadora contada de forma fascinante. Com incrível habilidade para combinar lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, o premiado autor Anthony Doerr constrói, em Toda luz que não podemos ver, um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

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